O lançamento do óleo de coco extra virgem no mercado nacional foi respaldado pela pesquisa do seu uso em outros países, e, sobretudo, nos países asiáticos. A busca por parcerias com médicos e estudiosos do assunto, como também junto às pesquisadoras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Diuli Alves Cardoso, Anne Bello, Glaucia Maria Moraes de Oliveira, Glorimar Rosa – que publicaram o primeiro artigo científico sobre os efeitos benéficos do uso do óleo de coco extra virgem -, conferiram ao óleo de coco extra virgem a credibilidade necessária para a sua permanência no mercado consumidor.
Os estudos que evidenciaram que os pacientes obtiveram diminuição do IMC, melhora no índice de adiposidade visceral, da pressão arterial diastólica, e dos triglicerídeos, como também VLDL, não impediram que o uso do óleo de coco se alastrasse para outros fins, tais como para a tendência cosmética na pele e nos cabelos, esse último, já uma ‘febre’ nas redes sociais, pelo resultado positivo da hidratação dos fios.
Apesar da crise econômica pela qual atravessa o Brasil, o segmento de produtos naturais no mercado voltado para a saúde do consumidor, no qual o óleo de coco extra virgem está inserido, continua em franca expansão.
– Começamos a produzir o óleo de coco extra virgem e a inseri-lo no mercado consumidor devagar, um trabalho de ‘formiguinha’, levando-o de porta em porta nas lojas de produtos naturais. Por se tratar de um produto 100% natural, e que trás vários benefícios à saúde, ‘caiu no gosto’ do consumidor -, comemora Hélcio Oliveira, que já lançou os óleos com sabor de laranja e de limão, como também o óleo orgânico, a farinha de coco, o açúcar de coco, e, recentemente a manteiga de coco.
– Estamos na contramão da crise, em um mercado de alimentos saudáveis, e que deixou de ser considerado modismo e já compreendido como forma de trazer mais benefícios à boa saúde -, complementa Hélcio.
Inicialmente o óleo de coco conquistou o público feminino, mas os homens já estão aderindo ao uso, sobretudo para o pré-treino e os que se cuidam. A Copra produz orgânicos, integrais, naturais sem agrotóxico, alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais. Eles colaboram na manutenção da saúde, do bem-estar, na prevenção de doenças e inclusive no tratamento de diversos problemas.
Na comparação com o primeiro semestre de 2015, a Copra apresentou um crescimento de 40% no seu faturamento, e já está se preparando para ingressar no mercado externo. Seus produtos estão presentes nas principais lojas de produtos naturais, como o Mundo Verde, em redes de supermercados como o Zona Sul, e, em breve deverá estar presente nas gôndolas das grandes redes nacionais.
– A marca Copra já é um produto de alto valor agregador, que ‘gira’, e já não pode deixar de fazer parte do portfolio de produtos das donas de casa, que o avaliam como multifuncional -, finaliza o CEO da Copra.







