O setor de alimentação e bebidas brasileiro deve movimentar, até o final de 2021, cerca de R$ 716,8 bilhões, retomando parte da fatia que havia perdido no ano passado em função da pandemia, quando respondeu por apenas R$ 629,5 bilhões. É o que aponta a Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo dos brasileiros há quase 30 anos, com base em dados oficiais.
Embora o cenário seja de otimismo, o estudo mostra que ainda levará algum tempo para a categoria voltar ao patamar que havia conquistado. Em 2019, o potencial de consumo em alimentação e bebidas chegou a R$ 806,8 bilhões, ou seja, 11,2% a mais que a projeção atual.
Nos cálculos acima, são levadas em conta tanto despesas com alimentação e bebidas no domicílio (alimentos in natura, industrializados, preparados e agregados, além de bebidas e infusões, como sucos artificiais, cafés moídos e solúveis, chás, refrigerantes, cervejas, aguardentes, vinhos e outras bebidas alcoólicas), quanto fora dele (refeições, lanches, cafés da manhã, refrigerantes, cafezinhos, caldos, cervejas, chopes e outras bebidas alcoólicas).
Publicado anualmente, o IPC Maps destaca-se como o único estudo que apresenta em números absolutos o detalhamento do potencial de consumo por categorias de produtos para cada um dos 5.570 municípios do país.
Fonte: Mc Comm







