Com um conteúdo altamente nutritivo e status como uma “biomassa de superalimento” natural, baseada em plantas e sustentável, as microalgas estão fazendo sucesso na indústria de alimentos. Espirulina, Chlorella e a alga verde Tetraselmis, estão sendo aproveitadas como fontes alimentares de proteínas, ferro, vitaminas do complexo B, ácidos graxos e antioxidantes, sendo incorporados em produtos lácteos, como queijos e nutrição esportiva, e em outros alimentos e bebidas como corantes alimentícios naturais.
A espirulina é a mais conhecida e pode ser usada para espessamento, estabilização, texturização, como alternativa ao ovo e ao glúten, aglutinante, agente gelificante, corante natural, entre outras aplicações. A Chlorella é reconhecida por sua ação antienvelhecimento, antioxidante e desintoxicante; e a Tetraselmis é uma microalga marinha que ainda não foi explorada significativamente como ingrediente ou suplemento alimentar humano.
A espirulina oferece uma gama mais ampla e mais facilmente acessível de funções nos alimentos do que a Chlorella ou a Tetraselmis, que devem ser fisicamente quebradas ou fermentadas para liberar seu potencial nutricional.
As três microalgas apresentam perfis nutricionais variados, sendo a espirulina e a Chlorella semelhantes com relação aos macronutrientes.







