Por mais preocupados com a saúde que os consumidores tenham se tornado, ainda buscam conforto em seus doces favoritos. De acordo com dados da Euromonitor, o canal de confeitaria atingiu US$ 36,9 bilhões em vendas no varejo em 2021, e deve chegar a US$ 44,9 bilhões até 2026.
Para a maioria dos consumidores, a confeitaria desfruta de um alto nível de permissibilidade e é importante para o bem-estar emocional, sendo amplamente bem aceita principalmente se for mais saudável, o que inclui opções de chocolates ou doces sem açúcar ou com baixo teor de açúcar, com inclusões saudáveis, como frutas e nozes, e imbuídas de atributos como orgânico, sem gordura, sem glúten e vegano.
Nesse cenário, cada vez mais as empresas nutracêuticas estão vendo o potencial de usar confeitos para fornecer ingredientes de suplementos dietéticos. Ingredientes que sustentam categorias relevantes, como saúde ocular e imunológica, podem ser incorporadas em doces ou chocolates, oferecendo formas indulgentes e saborosas de apoiar a saúde de crianças e adultos.
Fica claro que formulações funcionais que oferecem aos consumidores uma fonte adicional de ingredientes saudáveis, embalados em seus doces favoritos, podem se traduzir na própria definição de indulgência permissível.







