Aproximadamente 80% da população mundial consome um produto com cafeína todos os dias e 90% dos adultos consomem cafeína diariamente. É consumida com mais frequência em bebidas como café (71%), refrigerantes (16%) e chá (12%).
A cafeína, também conhecida como 1,3,7-trimetilxantina, é um alcaloide natural encontrado em quantidades variáveis nos grãos, folhas e frutos de mais de 60 plantas, tendo como principais fontes a cola, o grão de cacau, a erva-mate e sementes de guaraná, além dos grãos de café torrados e as folhas de chá.
É rápida e completamente absorvida e eliminada pelo organismo, com meia-vida média de cinco horas. Uma vez ingerida, é rapidamente absorvida no trato gastrointestinal para a corrente sanguínea e metabolizada no fígado.
A FDA dos Estados Unidos aconselha a maioria dos adultos a consumir no máximo 400ml de cafeína por dia, o que equivale a cerca de quatro a cinco xícaras de café. No Brasil, as bebidas com 80mg de cafeína (320mg/litro) são consideradas “compostos líquidos prontos para o consumo” e a regulamentação prevê um limite de 350mg/litro.
A cafeína é um ingrediente polêmico. Embora muitos estudos confirmem os seus efeitos benéficos sobre o desempenho mental e físico, alguns especialistas afirmam que, quando consumida em excesso, pode causar efeitos colaterais indesejados, como desidratação, dores de cabeça, ansiedade e insônia.
Essa contraposição é explicada pelo fato do consumo de cafeína ser altamente pessoal, devendo ser considerado individualmente, ou seja, cada organismo reage de forma diferente ao seu consumo.







