Seja iogurte com adição de proteína para energia, pão rico em fibras para a saúde digestiva ou mesmo gomas de vitamina C para imunidade, a inclusão de ingredientes ativos para a saúde geralmente significa que esses alimentos e bebidas funcionais têm um preço premium.
Mas será que os consumidores estão dispostos a pagar mais por isso, ou os fabricantes devem tornar seus produtos mais acessíveis?
Segundo especialistas, a balança pende para os dois lados. Pesquisas recentes ressaltam que a saúde está no topo da agenda dos consumidores, que continuam a investir para garantir o consumo de alimentos funcionais que possam fornecer os nutrientes que procuram e necessitam, ou seja, estão dispostos a pagar mais por esses produtos.
Por outro lado, analistas de mercado alertam que a crise do custo de vida é uma macrotendência que continuará a impactar a indústria nos próximos anos e que a era dos consumidores colocando a saúde a todo custo, vivenciada durante a pandemia, está sendo substituída pelo questionamento dos valores na compra de produtos de bem-estar.
Isso significa que os consumidores estão examinado mais atentamente a eficácia dos produtos e a relação custo vs. benefícios ao considerar a compra.







